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Publicado por - 24/08/2010

Fundamentos da Música

Música é um som organizado que se pode reproduzir por meio da imitação ou da notação. A música difere do ruído pelo fato de os sons de uma porta ragendo ao ser aberta ou de unhas raspando uma lousa serem irregulares e desorganizados. As ondas sonoras que delineiam esses ruídos são complexas e não podem ser ouvidas como tonalidades identificáveis.

Alguns dos modos básicos pelos quais analisamos os sons musicais são:

ALTURA: É quando um som é alto ou baixo para o ouvido. A altura é medida tecnicamente pela frequência de uma onda sonora, ou pela frequência com que as ondas se repetem. Na música ocidental, existem doze notas únicas referentes às alturas (dó; dó sustenidos ou ré bemol; ré sustenido ou mi bemol; mi; fá; fá sustenidos ou sol bemol; sol; sol sustenido ou lá bemol; lá; lá sustenido ou si bemol e si). As alturas seguidas por sustenidos ou bemóis denominam-se acidentais e são mais facilmente descritas como as teclas pretas do piano. Localizam-se musicalmente, a meio intervalo entre as duas tonalidades que os ladeiam. Por exemplo, o ré sustenido e o mi bemol têm a mesma altura. Quando nos referimos às alturas no constexto da notação musical, ou música escrita, elas se denominam notas.

ESCALA: É um arranjo gradual de alturas (por exemplo, dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, dó) que serve frequentemente de base para uma melodia. Uma peça, ou uma parte de uma peça, muitas vezes usará apenas notas encontradas numa escala particular. A música ocidental utiliza basicamente a escala maior graças a seu arranjo particular de alturas, tem a qualidade de soar “luminosa”, “alegre” ou “positiva”. A escala menor, de modo análogo, costuma ser descita como “escura”, “triste” ou “negativa”.

TOM: É um arranjo ou sistema de alturas, baseado geralmente em uma escala maior ou menor, que se destina a servir como ponto de referência e força condutora de uma melodia. A tonalidade da escala costuma ser ponto inicial e o ponto final de uma peça escrita numa tonalidade particular – assim, se a peça é em mi maior, então a altura mi servirá como o centro tonal dela.

FATOS ADICIONAIS
1. Todos esses elementos básicos podem ser anotados na pauta, que é um conjuto repetido de cinco linhas horizontais paralelas. Com frequência a pauta é dividida em compassos para indicar as divisões métricas da peça. Costuma-se marcar o início de cada pauta da página com uma clave, a fim de indicar pontos de referência para indentificar as alturas.

2. Quando uma peça se desvia de sua tonalidade básica, isso é chamado de modulação. As tonalidades são indicadas na notação musical por um sinal no começo de cada pauta.

3. Existem centenas da escalas usadas nas diferentes culturas musicais do mundo. Na Índia, a música tocada na cítara e em outros instrumentos utilizado alturas de um conjuto de 22 possibilidades, com as distâncias entre intervalos da escala às vezes maiores e às vezes menores do que as usadas na música ocidental. Isso pode estabelecer diferenças entre alturas extremamente sutis e exige grande virtuosismo por parte dos músicos clássicos indianos.

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