Pages Menu
Categories Menu

Publicado por - 23/11/2012

Saúde emocional

A situação  do  mundo moderno  é intensa, apresenta uma diversidade de estímulos que podem colocar o indivíduo em estado de alerta constante e isso pode gerar desconforto, quanto a varias questões emocionais. A tensão ou mesmo ansiedade, podendo gerar o estresse. Portanto estresse é definido como uma alteração global de nosso organismo para adaptar-se a uma situação nova ou às mudanças de um modo geral.É comum a pessoa que sofre de estresse dizer: “estou sob pressão” isso significa que o estímulo é persistente e é percebido como algo negativo. Hans Selye,  estudou o estresse na década de 30, destaca três tipos de estágios do estresse: 1°- é o estado de alerta, o 2°- é o período da adaptação, é neste momento que as alterações fisiológicas ocorrem, com a intenção de resolver o problema ou se ajustar a ele, mas quando isso não acontece o organismo entra na terceira fase que é o esgotamento, neste as conseqüências são mais nocivas, pois afetam o indivíduo não só de forma física mas também emocional e consequentemente o comportamento social.

Os sintomas do estresse apresentam em alcances diferentes, como: diminuição da concentração, depressão, pessimismo, queda da resistência imunológica, mau-humor, cansaço, irritabilidade, baixa da libido. Por isso, as doenças psicossomáticas também podem ser desencadeadas ou agravadas, são elas: úlcera gástrica, problemas dermatológicos, queda de cabelo, infertilidade, herpes, etc.

O estresse é pode ser considerado benéfico, pois as pessoas ficam atentos aos problemas ou dificuldades, se tornando, portanto menos indefeso. Qualquer situação mesmo benéfica para o ser humano pode trazer estresse, como por exemplo, o nascimento de um filho, casamento ou a promoção no trabalho tão esperada.

“As características desse Estresse positivo são: aumento da vitalidade, manutenção do entusiasmo, do otimismo, da disposição física, interesse, etc. Por outro lado, o Estresse patológico e exagerado pode ter conseqüências mais danosas…” ( Ballone GJ, 2005)

Deixe uma resposta