Pages Menu
Categories Menu

Publicado por - 28/08/2013

PSICOTERAPIA INFANTIL

emoçoesPSICOTERAPIA  INFANTIL

Este artigo tem como objetivo conhecer como psicoterapeutas  do psicodrama, Gestalt terapia e abordagem centrada na pessoa,  que trabalham com crianças experienciam sua prática cotidiana. O autor destaca que o psicoterapeuta infantil de base humanista-existencial tem como meta realizar um trabalho clínico no qual exerce o papel de facilitador do autoconhecimento, isto é,  possibilita  à criança vivenciar e fazer experiências  de sua  liberdade e o poder de escolha por meio de espaço, escuta, nominação de seus  desejos e respeito pela sua singularidade. Ressalta que o psicoterapeuta clínico infantil, de orientação de base humanista-existencial, possui uma solidão de atuar nessa especialidade quando o assunto é troca de experiência com os profissionais da mesma área. Assim a escassez de congressos e cursos  voltados para essa prática é também outra dificuldade. Segundo o autor é possível encontrar um certo número de referências bibliográficas sobre o desenvolvimento infantil ou teorias de personalidade, psicopatologia e psicomotricidade.

 

 

Axline vai dizer que

 “O terapeuta deve se  apresentar amigavelmente adulto e digno, trazendo à  sala de terapia algo mais que sua presença, lápis e papel:  é necessário que a criança confie no terapeuta.” 

 

 Oaklander ,  afirma que o terapeuta deve estar em sintonia  com a criança no sentido de saber quando falar e quando permanecer em silêncio. A mesma comenta em seu sexto princípio psicoterápico,  sobre a  responsabilidade do psicoterapeuta  quando entra no mundo da criança, que  tenha o cuidado de não ser invasivo, para que a criança não seja bloqueada pela intromissão de sua personalidade no momento de brincar. É importante  estar atento às suas sinalizações e indicações de  caminhos, ficando o terapeuta na condição de acompanhá-la . 

Oaklander  confirma  esse aspecto ao salientar que o psicoterapeuta tem que ter a habilidade  de não ser invasor, de ser leve e delicado sem ser  passivo. Quanto aos recursos utilizados através das falas, é possível  distinguir dois tipos  de recursos usados pelas terapeutas: a rede social da criança e os recursos técnicos. Quanto à rede social, as psicoterapeutas acreditam na importância da família  como recurso fundamental para auxiliar o processo da criança.

Entende-se também que, muitas vezes, a criança é o paciente identificado, o denunciador de toda a disfuncionalidade familiar. Entretanto, em relação à utilização de técnicas, os psicodramatistas Bermúdez (1997),e Ferrari (1984), Oaklander ( 2000), da Gestalt terapia, e Axline (1980), da abordagem centrada na pessoa, de que a técnica para a prática  infantil é necessária como instrumento mediador de comunicação, mas não deve ser tomada como um fim. 

 

mona.1ano 1

 

 

 

Deixe uma resposta