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Publicado por - 25/10/2013

COMO ANDA O SEU EMOCIONAL?

borboleta

 

 

 

 

 

 

 

Autores vão dizer que muito do nosso mal-estar é originário do nosso emocional, que vai se acumulando ao longo do tempo.Alguns acontecimentos como fracassos,

culpa, perdas, ressentimentos e mágoas, vão acontecendo e não percebemos, de repente estamos com um peso difícil de transportar. Por mais força emocional que

possamos perceber no processo de autoconhecimento, se não aliviar a nossa bagagem emocional, se não buscarmos resolver os acontecimentos passados, como;

o sentimento de culpa, aceitação de uma perda, provavelmente podemos desenvolver um sentimento de colapso emocional.

 

DECEPÇÃO

A decepção tem o seu lado útil. Força-nos a orientar a nossa atenção para o desagrado sentido face a algo que pretendíamos que acontecesse ou para a expetativa exagerada.

Este impulso é bom, até ao ponto em que nos serve para retirarmos aprendizagens positivas e que possam evitar que no futuro algo desagradável possa repetir-se.O constrangimento

oriundo da decepção pode tornar-se muito incapacitante dado que a pessoa transporta a todo o momento a memória associada ao acontecimento, emergindo emoções negativas que

tendem a agonizar o estado emocional. O ponto desgastante  da decepção, é o sentimento de  vitimização e desesperança.

 

CULPA

 

O sentimento de culpa, em um dado momento pode ser benéfico, principalmente se nos conduzir à reflexão acerca do nosso grau de responsabilidade ou envolvimento

na situação ou acontecimento. Mas se temos a inclinação para continuar a ruminar a culpa, isso retira a capacidade, leva a pessoa para baixo e perturba o seu dia a dia.

É importante libertar-se do sentimento de culpa e substituí-lo por um sentimento de responsabilidade associado a uma atitude positiva. Se permanecer num estado de culpa,

o remorso sentido pode corroer, levá-lo à diminuição da autoestima, e diminuição de valor enquanto pessoa. Certamente num estado de ser negativo nada de bom pode ser feito,

prejudicando-se duplamente. A aceitação da responsabilidade pode promover a libertação do sentimento de culpa, dado que coloca-o no caminho da ação reparadora ou de melhoria,

da situação ou até de você mesmo.

 

CONFLITOS INTERNOS

 

Os conflitos internos são geradores de confusão, fundados nos sentimentos opostos à razão. Esta luta entre a emoção e a razão, entre sentir uma coisa e fazer outra,

ou fazer aquilo que não desejamos pode gerar sentimentos de revolta conosco mesmo e enfraquecer a noção de autocontrole.

 Provavelmente, para resolver alguns dos seus conflitos internos a pessoa terá que enfrentar a dura realidade que terá de abdicar de alguma coisa em prol da sua estabilidade emocional.

Mas se abdica, ou se opta por algo, quer dizer que tem o poder de opção, tem o poder de decidir o que é melhor para si e o que decide fazer. Ao acionar o seu poder de decisão e

de escolha, fica mais perto de resolver os seus conflitos internos e com isso alcançar a sobriedade emocional.

 

Leia também:http://apsicologiaonline.com.br/2013/08/curso-gratis-relacionamentos-licao-03/

 

Experiência Negativas

 

As experiências negativas, por terem gerado um elevado impacto emocional negativo, prendem a pessoa nas emoções, que a fazem emergir sentimentos de incapacidade, de mágoa, de ausência de valor, de injustiça, levando a que a pessoa olhe o seu presente e o seu futuro à luz de um passado traumático.

Se a pessoa cola ao sentimento negativo oriundo do seu passado negativo, fica num  estado incapacitante, prejudicando os objetivos e sonhos de vida.

 

Leia também:

 

http://apsicologiaonline.com.br/2013/09/depressao-inseguranca-amar-e-ser-amado/

 

Se você sente o seu autovalor diminuído, certamente está preso no passado. Importa perceber que o valor pessoal está fortemente relacionado com as nossas ações

e não propriamente com aquilo que nos aconteceu. Se sente que a sua autoestima está diminuída, e pretende melhorar, muito coisa pode ser feita.

O primeiro passo é respeitar-se e dar a si mesmo a oportunidade de autovalorizar-se, sem antecipadamente punir-se pela ideia que construiu acerca de você mesmo.

 

Faça o que tiver ao seu alcance, não permita ser corroído pelos sentimentos de ausência e de ressentimento, sabendo que nada fez para a resolução ou minimização do mal-estar.

 O medo pode tornar-se inibidor dos sonhos e dos objetivos de vida. Pode conduzir-nos a excessivos comportamentos de segurança que nos retiram mobilidade de vida.

Não podemos deixar de sentir medo. O medo é protetor, faz parte de nós. O que podemos fazer é permitir-nos sentir medo, sem que isso se torne num obstáculo à nossa vida.

Se você sente que o medo está sendo responsável por grande parte da sua bagagem emocional negativa, perceba que sentir medo é natural.

 

Fonte: Miguel Lucas

 

 

 

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