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Publicado por - 7/10/2013

Psicomotricidade Relacional,prática educativa de valor preventivo

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Brincar Espontâneo  

 

A psicomotricidade relacional, tem com base o brincar espontâneo e na comunicação não – verbal que proporciona  à criança, ao adolescente, ao jovem e ao adulto expressar suas dificuldades relacionais e ajudá-los a superá-las.

O brincar com o corpo,  numa vivência simbólica com os objetos (materiais utilizados nas sessões),

na interação com os parceiros da brincadeira e consigo mesmo.  Assim, o brincar é o elemento motivador que provoca a exteriorização corporal, pois percebe-se  que a ação

de brincar impulsiona processos de desenvolvimento e de aprendizagem.

 

Enfase na saúde e não na doença 

 

A Psicomotricidade Relacional é uma prática educativa e tem o valor preventivo, dando ênfase na saúde e não na doença,

possibilita um tempo e um espaço onde o sujeito, de forma espontânea e criativa, possa expressar com liberdade e autenticidade todo o seu potencial motor,

cognitivo, afetivo, social e relacional, para que, consequentemente, possa melhorar o desenvolvimento global de sua aprendizagem, de sua capacidade de adaptação social e afetiva.  

O psicomotricista relacional faz a mediação, provoca, escuta, interage com o outro como seu parceiro no jogo simbólico.

 

Realiza a operação inversa, pois tem que ser capaz de detectar o sentido real que se esconde por trás do simbólico, por trás da brincadeira, decodificar a dimensão inconsciente, para poder responder à evolução do jogo simbólico, identificando suas dificuldades e potenciais para poder criar estratégias que contribuam para o seu desenvolvimento global.

 

Psicomotricidade Relacional 

 

A Psicomotricidade Relacional,surgiu na década de 60  com André Lapierre e Anne Lapierre, demonstrando a importância do lugar do corpo na educação e de suas influências na comunicação humana. A Psicomotricidade Relacional, é um diferencial na atuação profissional, tornando-se indispensável em escolas, clínicas, empresas, terceira idade, entre outros.

Está sendo requisitada como uma ferramenta de trabalho revolucionária, por seu modo de abordar as relações e o desenvolvimento humano.  

É uma ferramenta que investe não em dificuldades e sintomas, mas na  possibilidade  de crescimento e de aperfeiçoamento em que o sujeito potencializa  a capacidade de desenvolver globalmente sua personalidade. 

A Psicomotricidade Relacional tem comprovado sua eficácia em termos de: Comportamento, pois ajusta positivamente a agressividade, inibição, falta de limites, baixa tolerância à frustração, hiperatividade dentre outros.  Na aprendizagem desperta o desejo por aprender; favorece  o rendimento escolar; minimiza as dificuldades de expressão motora, verbal ou gráfica; melhora a orientação espaço-temporal, apesar de a criança apresentar um desenvolvimento cognitivo normal, aumenta a capacidade de assimilar novos conteúdos; reduz distúrbios de atenção; desenvolve o potencial criativo. Na socialização, facilita a integração em grupos, potencializa o desejo de participar de atividades grupais, eleva a capacidade para enfrentar situações novas.

 

Bibliografia :

LAPIERRE, A. e LAPIERRE, A. O adulto diante da criança. Psicomotricidade
Relacional e formação da personalidade. 2ª ed. Curitiba: UFPR/CIAR, 2002.

 

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