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Publicado por - 25/12/2013

Como está sua auto estima?

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Muitos fatores são importantes para construir autoestima. Um dos pontos é autoimagem, a capacidade de decidir, o treino para descobrir quais sãos os pontos que  deixam ao ser humano  frustrado. É importante ter pessoas que inspiram, e saber que a autoestima é algo gradual. A mudança é pessoal,porém, algumas pessoas podem nos ensinar. 

A proposta deste  texto  é apresentar  as contribuições da Psicologia em relação a autoestima em  mulheres, com sintomas depressivos e, em sua grande maioria, vivenciando crises no relacionamento conjugal.  

 

 

Autoestima 

A definição de  autoestima:

 é  o sentimento que cada pessoa tem por si mesma, a consciência do seu valor pessoal, e  o respeito, o amor e a crença em si mesmo. O amor próprio é assim compreendido como a valorização dos próprios  sentimentos e vontades, não de uma forma egoísta, mas, baseada no autoconhecimento e no reconhecimento dos próprios limites.

A autoconfiança é assim compreendida como a  confiança que é depositada nos próprios atos.

Na medida em que, quanto mais a pessoa se  conhece é que é possível aceitar-se e, consequentemente, amar-se e confiar em si mesma. Então, percebemos o quanto esses sentimentos influenciam uns aos outros, permitindo o estabelecimento saudável de uma autoestima. 

Na verdade, a autoestima não depende somente  da forma como a pessoa se percebe no mundo, ela também é influenciada pela forma como somos percebidos, antes
mesmo de tomarmos consciência de nossa existência. Isto significa que os nossos pais, ou cuidadores, pela forma como nos trataram, ajudaram a construir o conceito que temos de nós mesmos.

Segundo FREIRE-MAIA (2007), “ninguém duvida que o amor, o afeto, é um fator fundamental para que a criança cresça emocionalmente saudável. Este amor inclui confiança, apoio e respeito, para que a criança se sinta segura”

Depressão 

Segundo HOLMES (1997), a depressão é caracterizada por um conjunto de sintomas, que envolvem os sintomas de:  humor, cognitivos, motores e somáticos.

Os problemas de humor, vivenciados na depressão, fazem o indivíduo sentir-se deprimido, melancólico, triste, sem esperanças, desencorajado.  Comumente a pessoa sente-se isolada, rejeitada e não amada. A depressão pode ser acompanhada de ansiedade, especialmente numa fase inicial. Podem ser descritos pelo menos seis sintomas cognitivos apresentados na depressão: autoestima muito baixa, pessimismo, redução de motivação, generalização de atitudes negativas, exagero da seriedade dos problemas e processos de pensamento mais lentos.

O sintoma motor mais importante na depressão é o retardo psicomotor, caracterizado como uma redução ou lentificação do comportamento motor.  Além deste, outro sintoma motor que pode ocorrer na depressão é a agitação psicomotora, caracterizada pela impossibilidade da pessoa de ficar parada.

A agitação psicomotora é muito menos prevalente do que o retardo psicomotor.

Temos os sintomas somáticos que  podem apresentar-se através de: padrão de sono perturbado (com dificuldades para conciliar o sono ou excesso de sono), padrões
alimentares perturbados (com perda de apetite ou ingestão compulsiva de alimentos), e interesse ou impulso sexual reduzido (com perda da libido).

Além de todos os sintomas já citados anteriormente, os pacientes deprimidos sofrem também por serem acometidos por outras doenças, em virtude do prejuízo do funcionamento do sistema imunológico.

Relação conjugal 

SIQUEIRA NETO (2003), apresenta  vários  fatores que podem contribuir para as dificuldades na relação conjugal:  
dificuldades financeiras; diferenças de educação, formação profissional, estilo de vida e objetivos (ambição, posição social, etc.); problemas sexuais,
da ordem orgânica e/ou psíquica; infidelidade; itens pertinentes à estética: beleza física, idade, etc.; nascimento de filhos ou a sua saída de casa com a
maioridade; questões relacionadas à personalidade, tais como a introversão (presente em pessoas mais reservadas) e extroversão (presente em pessoas
que se expõem mais socialmente) e problemas psicológicos; diferenças de credo e fé.

 

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HOLMES, David S. Psicologia dos transtornos mentais. Porto Alegre: Artmed, 1997.

 

 

 

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