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Publicado por - 11/02/2014

Encontros e desencontros

Encontros

Encontros

 

“Só podemos viver todas as oportunidades que a vida nos oferece quando estamos de mãos vazias e de coração aberto, disponíveis para elas. 

Como podemos abraçar o novo se nossos braços ainda envolvem o velho?”

 

            Que o tempo passa rápido é certo. Suas implicações são sentidas nas mais diversas formas, dificultando nossa forma de agir no mundo, em  acreditar em si mesmo, não se importando com o auto conhecimento,  gerando a insônia, e o não desenvolvimento da criatividade. Assim, a realização pessoal, e a nossa felicidade é um alvo distante.

             Passamos por várias eras, antiga, medieval, moderna, pós-moderna, atual, cibernética… A evolução chegou vinda por muitos caminhos,surgiram grande ciências para estudar a pessoa humana. Surgiu a técnica, veio tão veloz que quase não conseguimos acompanhar, chegou a internet, o mundo virtual. E o homem parece ao contemplar a sua imagem.

            Em cada tempo surgem novas teorias, quebra de paradigmas que proporcionam o novo, na expectativa de respostas que inquietam o ser humano. A busca pela verdade, pelo certo e o errado fazem parte da vida, assim como as dúvidas, as certezas,a insegurança e o desejo de palavras certas para expressar sentimentos certos, e que por vezes podem não ser entendidos.

             O homem tira a divindade do centro de sua existência, assume o comando na tentativa de responder questões existenciais ou se responsabilizar pelas suas atitudes frente a suas escolhas? A Antropologia estuda o homem e seu universo, o homem, um ser de possibilidades, um mundo a ser descoberto, uma olhar para dentro de si.

             Surge como ciência no século XVI, tendo seu ápice no século XX, o Behaviorismo com Watson, a Gestalt com Mach, Westheimer e Kofka, baseados nos estudos psicofísicos, relacionaram a forma e sua percepção, construindo uma teoria eminentemente psicológica. Negam a fragmentação das ações e processos humanos. Postulam a necessidade de compreender o homem com um todo.

            Outras descobertas acontecem e vem questionar as verdades existentes acerca do conhecimento e do desenvolvimento da pessoa humana e seu comportamento. Possibilitando o encontro consigo, com o outro e com Deus. 

 

“A vida afetiva é a dimensão psíquica que dá cor, brilho e calor a todas as vivências humanas. Sem afetividade, a vida mental torna-se vazia, sem sabor. Afetividade é um termo genérico, que compreende várias modalidades de vivências afetivas, como o humor, as emoções e os sentimentos.” (Dalgalarrondo, 2008)

 

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