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Publicado por - 27/05/2014

Saiba por que é prevista a recaída no tratamento da dependência química.

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Psicoterapia e  Prevenção a Recaída

 

Um dos grandes fatores do tratamento  para os usuários em dependência do álcool e das drogas é  a Prevenção da Recaída. Pesquisadores  apresentam um programa de psicoterapia e tratamento que se baseia na capacidade individual da modificação de comportamentos dos indivíduos. Tem como criador o pesquisador canadense G. Alan Marlatt, PhD, diretor do departamento de psicologia da Universidade de Washington, EUA. 

Marlatt,  diz que o objetivo da Prevenção da Recaída é ensinar os indivíduos  que estão tentando mudar seu comportamento seja ele de drogas, comida, sexo, etc., a identificar, antecipar e lidar com as pressões e problemas que podem levar a uma recaída. Ou seja, os vícios é tudo o que passa e atrapalha  no desenvolvimento de suas ações. 

Para o autor, os fundamentos do trabalho da Prevenção da Recaída são as noções de situações de alto risco e as estratégias de manejo disponíveis para o indivíduo.  O Paciente precisa aprender a identificar sinais de alerta precoces destas situações potenciais de recaída e as habilidades e necessárias de enfrentamento, a fim de conseguir modificar suas crenças e expectativas acerca de seu comportamento. Um processo de psicoterapia visando o autoconhecimento, a participação de um grupo, hoje é comprovado pela ciência que a espiritualidade é um fato importante são caminhos que favorecem o pós tratamento, seja numa clínica, ou CTs.

Na psicoterapia, é certo que não importa qual a dependência, nem o tipo de droga que usa. O importante é saber que ninguém consegue fazer uma mesma coisa, da mesma forma, todo o tempo, seja ela boa ou má. Sempre vão existir exceções, que devem ser pesquisadas em conjunto pelo terapeuta e pelo paciente, que uma vez descobertas, poderão se tornar a base de sustentação de outras exceções.

Vários estudos tem demonstrados os motivos e  os  padrões  dos episódios de recaída, em pacientes dependentes de álcool e outras drogas, durante o tratamento, na Unidade de Dependência de Drogas do Centro de Pesquisa em Psicobiologia da Escola Paulista de Medicina. Vejam: 

Grupo não recaída (n=50) e Grupo recaída (n=53). 

Os determinantes intrapessoais nos episódios de recaída, sendo que no primeiro se destacaram os “estados emocionais negativos”, impulso e tentação e no segundo “pressão social” e “conflitos interpessoais”.

Neste estudo as situações de recaída foram desencadeadas principalmente pelos estados emocionais negativos sugerindo que estas possam representar uma resposta ao não enfrentamento dessas situações.

Técnicas de Prevenção de Recaída devem visar auxiliar o cliente a desenvolver estratégias de enfrentamento  dos pensamentos negativos e de causadores que possibilitam a permanência do indivíduo no uso. 

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