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Publicado por - 24/06/2014

Dependência, o drama dos vícios.

 

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Falar de dependência química, álcool, tabaco,maconha, cocaína, adolescente,jovem, adulto, idosos, a ideia é sempre a mesma:  “está usando drogas” e, antes mesmo de saber de que tipo de uso se trata, a família se desespera.

Em todo texto você pode procurar que o desespero ou angústia do fato é a mesma. Para se posicionar  diante de um evento  como esse, é necessário examinar a situação. Por isso se faz necessário, que a família, busque sempre informações, entender do drama dos vícios.

É importante considerar qual é a relação que o indivíduo estabelece com a droga consumida.

” O uso não problemático pode, portanto, tornar-se abuso (ou uso inadequado), conforme a pessoa, a droga ou a ocasião. Uma pessoa que usou exageradamente e teve problemas com uma determinada substância pode perceber os riscos (ou ser alertada) e diminuir seu consumo a índices adequados ou mesmo tornar-se abstinente.”

Assim, quando a família se defronta com uma situação de abuso de drogas, a pior forma de abordagem é o confronto, o sermão e o desespero.  Qualquer pessoa, precisa estar  motivado para mudar seus comportamentos. Ignorar o problema, tentar diminuir as consequências dele ou não demonstrar preocupação não ajudam a pessoa a perceber os riscos que corre ou os danos que sofre com o consumo inadequado de uma substância. Além de expressar preocupação com os efeitos prejudiciais que já estão ocorrendo, é importante oferecer ajuda e dispor-se a buscar com a pessoa o encaminhamento da situação. 

O uso abusivo não significa necessariamente a dependência. Caracteriza-se a dependência pela dificuldade de a pessoa parar ou diminuir o consumo pela simples decisão própria, sem o recurso de ajuda externa, seja de um especialista, de um medicamento ou de outras pessoas.

A dependência inclui fenômenos fisiológicos, comportamentais e cognitivos e leva o indivíduo  a dar prioridade ao uso da droga em detrimento de outros comportamentos que  antes tinham maior valor. Uma das características centrais da dependência é a “fissura”
ou o desejo irresistível de consumir a substância. 

É sempre oportuno avaliar o comportamento e as consequência de qualquer uso de drogas.Por essa razão,  alguns pesquisadores vão dizer: “em vez de se falar da dependência de drogas  como uma doença, adotamos a referência à “síndrome de dependência”, ou seja, um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após o repetido consumo
de uma substância psicoativa.”

Portanto, o diálogo é a melhor abordagem para encontrar uma saída em relação ao uso indevido do álcool e outras drogas.

http://rederecord.r7.com/video/vicio-eu-quero-parar-mostra-o-drama-de-pessoas-viciadas-em-remedios-50638b5d92bb9e148003490e/

 

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