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Publicado por - 9/10/2017

Flexibilidade é possível?

 

Ser resiliente, é um bom caminho para o autoconhecimento.

Vejamos:

Como podemos ser resilientes?

A base da resiliência está em algumas condições psicológicas básicas: o otimismo, a autoestima, a valorização dos vínculos sociais e familiares e, principalmente, no suporte afetivo. Em outras palavras, ser alimentado com a “energia” de pessoas que acreditam em você.

A negação é a pior inimiga do resiliente

Negar a existência dos seus problemas não vai fazer com que eles desapareçam. Para encontrar uma saída, antes de tudo, precisamos entender e aceitar o problema. Somente após tomar esta consciência, seremos capazes de enxergar o melhor modo de superar o mal.

Lembre-se: a resiliência não consiste em negar as emoções e sentimentos que são negativos, mas saber se posicionar perante eles, não permitindo que te dominem.

Administração de emoções

É a habilidade de se manter sereno diante de uma situação de estresse. Pessoas resilientes quanto a esse fator são capazes de utilizar as pistas que leem nas outras pessoas para reorientar o comportamento, promovendo a autorregulação. Quando essa habilidade é rudimentar, as pessoas encontram dificuldades em cultivar vínculos e com frequência desgastam, no âmbito emocional, aqueles com quem convivem em família ou no trabalho.

Controle dos impulsos

É a capacidade de regular a intensidade de seus impulsos no sistema neuromuscular (nervos e músculos), não se deixando levar impulsivamente pela experiência de uma emoção. As pessoas podem exercer um controle frouxo ou rígido do seu sistema muscular, visto que esse sistema está vinculado à regulação da intensidade das emoções. Dessa forma, a pessoa poderá viver uma emoção de forma exacerbada ou inibida. O controle de impulso garante a autorregulação dessas emoções ou a possibilidade de dar a devida força à vivência de emoções, tornando o grau de compreensão do autor mais sensível e apurado mediante a situação.

Otimismo

É a crença de que as coisas podem mudar para melhor. Há um investimento contínuo de esperança e, por isso mesmo, a convicção da capacidade de controlar o destino da vida, mesmo quando o poder de decisão esteja fora das mãos. O otimismo se alia à competência social e à proatividade, tendo por base a autoeficácia.

A luz no fim do túnel

As pessoas resilientes conseguem encontrar a paz em meio ao caos. Enxergam todos os momentos de suas vidas, principalmente os negativos, como importantes lições. Mesmo que as coisas não saiam como você planeja, sempre terá algo significativo para agregar ao seu conhecimento e que servirá como peça-chave para a sua futura felicidade.

Pensar “fora da caixa”

As pessoas resilientes tendem a ser mais criativas. Use a sua criatividade como ferramenta para achar uma solução para seus problemas, e não apenas sucumbir a eles ou deixar que te consumam. É a capacidade de identificar precisamente as causas dos problemas e das adversidades presentes no ambiente. Essa possibilidade habilita a pessoa a se colocar em um lugar mais seguro ao invés de se posicionar em situação de risco.

Conseguem se adaptar ao novo

Outra característica importante da resiliência é a capacidade de sair da sua “zona de conforto” e se adaptar ao novo. Não tenha medo de conhecer, explorar e viver aquilo que é diferente. Em algum momento da vida seremos obrigados a mudar, seja de cidade, de ciclo de amigos, de estilo de vida, etc. Entender as mudanças como novas oportunidades para conhecer diferentes pontos de vista sobre o mundo é uma atitude que precisamos ter para não sofrermos perante o inevitável.

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